10.28.2004

Não se vive,
sobrevive-se na vida....

by Me

10.27.2004

“essa percepção (palpitação) reflecte a falta de estímulos sensitivos competitivos, como, por exemplo, quando a pessoa está deitada na cama e não consegue dormir.”
Retirado de Harrison, 15ª ed. Portuguesa.
"Imagina que és casada, que tens filhos, estás farta do teu casamento e pensas nos tipos que conheceste e no que poderia ter acontecido se...imagina que eu sou um desses tipos. Isso é um favor que fazes ao teu marido: afinal, eu não sou nada de especial, ele é que é escolhido, fizeste bem em ter ficado com" confirma-se: "Antes do Anoitecer"... ainda não o pude ir ver....

10.17.2004

by Me

10.14.2004

Foi alí, naquele lugar, naquele preciso tempo que me perdi e nunca mais encontrei o meu caminho (o de volta ou o que me levasse a algum lugar)...

by Me

10.11.2004

by Me

O que seria a vida sem música?
Perguntou ela
Insuportável?
Respondeu ele
Talvez?
Disse ela
Mas se não houvesse música não sabíamos que ela existia e não nos faria qualquer falta!
Afirmou ele
Acho que és capaz de ter alguma razão.
Concordou ela
É pena o tempo não funcionar como um leitor de cd. Podia-se sempre andar para trás e para a frente e até mesmo fazer replay num mesmo período de tempo.
Imaginou ele
Talvez seja essa a piada ou o trocadilho que ela encerra.
Divagou ela em resposta
Ela quem?
Questionou ele
A vida!
Acabou ela por dizer.

10.10.2004

I'm back... finally...I hope.

by Marco

9.23.2004

Há muito tempo em silêncio...e infelizmente vai continuar...

8.24.2004

Nas férias esquece-se que existimos e adiamos tudo para depois...

...para depois das férias, é que vou começar a estudar, depois das férias é que vou procurar uma casa, é que a vou arrumar, a vou limpar, me tornarei simpático para com todos os meus colegas e amigos, depois das férias é que vou começar a fazer alguma coisa de jeito com a minha vida (o que quer que isso queira dizer, nunca ninguém sabe o que isso é), depois das férias é que vou pensar nisso...

.. basicamento adia-se a vida por dois meses, como se eles não existissem e são necessários para o perfeito funcionamento deste admirável mundo novo...

... para depois das férias é que recomeçarei a escrever novamente neste blog, a colocar mais fotos, a pensar nele e pensar na sua utilidade...para depois... logo se verá...

8.16.2004

É assim que vejo os dias....

... sozinho sentado num banco de jardim à espera que o sol se ponha e depois volte de novo...

by Me


Os próximos dias serão de retiro forçado destas bandas repletas de informação...

... até breve

8.13.2004

A música da semana:

"Astray" dos Alla Polacca, album "why not you?" um split duplo cd com os Stowaways.

8.11.2004

"Bush Tem Razão!
Por ANTÓNIO VILARIGUESQuarta-feira, 11 de Agosto de 2004 (Público)

Assisti a uma recente conferência de imprensa de Bush. Traço mais saliente que retive: o tom messiânico de todo o discurso. Daí não viria mal ao mundo, se estivéssemos perante de um qualquer pastor de uma qualquer seita protestante. Mas não. Quem falava era o Presidente da superpotência dominante. Aí fiquei seriamente preocupado."

Será que o Bush é um descendente da linhagem Merovíngia? Ihope Not...
O mal de ir a praia sozinho não é o facto de não ter ninguém com quem falar mas de no dia a seguir certas zonas das costas se queixarem da falta de uma mãozinha a mais para pôr o creme nos sítios inacessíveis ao seu próprio dono (do corpo)!




Ai!

8.09.2004

by Me

.... O Beijo do Cisne ....
A minha vida resume-se a quantos caixotes?
Quantos caixotes crêem que as vossas já vividas vidas conseguem preencher?


... até agora caibo em nove caixotes de papelão e o resto que falta é o espaço vazio deixado entre as prateleiras.

8.07.2004

by Me

As histórias da noite eram escritas pelas luzes dos carros que passavam...

8.05.2004

"quanto mais conheço os homens mais gosto dos meus cachorrinhos e gatinhos" dizia alguém por aí...

.... os homens são uns seres estranhos e quando nos lembramos que os melhores amigos de Hitler eram os seus cães desconfio sempre destas frases...e dos seus amiguinhos de quatro patas!

8.04.2004

Nesta altura do ano, de sol, mar e praia há um cheiro que me traz sempre a memória de verões antigos, refiro-me ao cheiro de pele acabadinha de torrar…misturada com algum tipo de creme …
Ninguém nasce hetero ou homo. As pessoas são construídas hetero ou homo (assim como são construídas como homens ou mulheres, em termos de género). 'Construídas' não quer dizer que haja um complot, com agentes conscientes (embora também os haja). Quer dizer que há modelos complexos, de relações, instituições e símbolos, que empurram as pessoas para certas práticas e discursos (que, no caso da sexualidade, redundam, entre outras coisas, em orientações).*

*'Construção social' é um processo complexo, com inúmeros actores, imensos 'cordelinhos' e mecanismos de suporte. A pessoa 'construída' como homo ou hetero passa a ter essa característica como uma disposição, algo que não se desfaz pela simples vontade da pessoa ou de um terapeuta (uma vez que não foram eles que construiram). É completamente desonesto inferir a partir da teoria construcionista que as pessoas possam mudar de orientação sexual através de 'curas'. O que tão-pouco significa que a orientação sexual seja inata.


Retirei isto do Blog de Miguel Vale de Almeida, professor no departamento de Antropologia do ISCTE e homossexual sem complexos de o afirmar e reivindicar os direitos a que os homossexuais também deviam ter direito.

Estas frases intrigaram-me, não pelo seu conteúdo mas pelas perguntas que me instigam a fazer e que não sei responder:
- se a sexualidade é construída e não é inata, qualquer pessoa é bissexual, pode é decidir apenas ter uma orientação (homo ou heterossexual). Mas a sua base é bissexual, donde é lógico retirar a conclusão que a forma mais correcta de apresentar a sexualidade de alguém é através da bissexualidade? Só que mais tarde pendem mais para um lado?

- se assim é quais são os factores que influenciam as escolhas ou determinam as escolhas das pessoas?

- qual é o papel do género no meio de isto tudo?(se é que tem de ter)

- se a homossexualidade é a negação ou o negativo do considerado hegemónico na sociedade, e se essa negatividade é uma opção e não algo inato que a leva a fazer, qual é a razão dessa oposição em relação ao hegemónico?

- qual é a explicação para que a heterossexualidade tenha-se tornado hegemónico?

- existirá algum cruzamento com as necessidades fisiológicas no mundo animal (excluindo o homem) para a sua reprodução?

- se a escolha da orientação sexual pouco têm haver com a pessoa e se ela apenas recebe o legado transmitido por um outro alguém/instituição ou entidades (não obrigatoriamente conscientes desse facto), em que altura da vida se pode afirmar que a sexualidade de alguém já está predefinida?


ainda não consegui integrar muito bem esta perspectiva sobre a sexualidade e as suas escolhas por existirem demasiadas perguntas sem respostas e que creio serem fundamentais para compreender um pouco mais sobre todo o fenómeno que rodeia a sexualidade (e ao contrário do que este post pode parecer refiro-me a algo muito maior que a própria homossexualidade, refiro-me a toda a sexualidade, homo ou hetero e às construções da sexualidade em cada um dos géneros e os porquês das suas diferenças e se elas são explicáveis ou como cada vez mais parece ser na homossexualidade um preconceito do nosso legado judaico-cristão).

8.03.2004

by Me

nas passadeiras é suposto os carros pararem para darem passagem aos peões mas nem sempre é assim...

... a vida é curta e não pára. Quem pára morre ou quem prefere ficar parada escolhe morrer, lentamente, enquanto vê os outros passarem por ele, ignorando a sua existência. Só lhes interessa quem também não pare ....
... (por exemplo para pensar)