9.28.2005

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"A Choir os empty beds", o segundo album do senhor B. Fleischmann, um album repleto de electrónica, melodias e algum jazz, escondido. O album faz companhia aos sonhos e pinta-os a cor.

Depois fez o excelente:
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que é um duplo cd, um dos quais com apenas uma música de nome mais que apropriado:
"Take your time" e é uma viagem psicadélica, acolhedora e minimalista sem ser monótona.....

para quem tem tempo e ainda o usa para apreender coisas novas, a escutar.

9.27.2005

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Descreveram-me o filme como:
"Lindo, uma poesia única, riso e choro num só sentimento..."

Com descrições destas não deveria ter perdido o filme, nem que seja para depois dizer:
"Não concordei nada..."

Mas nem isso posso dizer, ou apenas concordar....

Conclusão:
Retorno às bases e como já me chamaram:
"Provinciano"...talvez mas já sinto falta dessa disponibilidade cinematográfica que me fez companhia por mais de uma ano e meio....

9.17.2005

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"De Tanto Bater o meu Coração Parou"...

Um filme muito bem realizado, em que nenhuma cena está a mais, tem ritmo e agarra o espectador.
Tem um único senão, o termino do filme, não a ultima cena que mostra, de do actor principal a escutar um concerto de musica classica mas as cenas que antecedem essa ultima.

A junção do onirico, representado pela paixão pelo piano e musica classica, com o lado sujo da vida "mais" real do dia a dia, do que é necessário fazer para o ganha pão. Como estes mundos colidem e se abnegam em ciclos viciosos de feedback positivo. O que daí resulta? Puderia dizer sempre a mesma coisa, sempre os mesmos resultados, mas não creio e talvez como diz Steinbeck no seu livro "A Leste do Paraíso", quando refere uma frase biblica sobre Caim e Abel, "Timshel", isto é "Tu podes" dominar o pecado. Mas com isto já estou a fugir um pouco do filme e a divergir as multiplicidades de interpretações e de discussão....

8.30.2005

o tempo queima tudo...
ops, o fogo queima tudo,
menos a memória do futuro perdido mas será mesmo?
uma ilusao esta que pretendo possuir hoje,
nas minhas ideias que assombram a cabeça?

o fogo queima tudo, até os postos dos telefones,
e a internet vai-se embora com ele,
o silêncio forçado re-aparece e só esporadicamente é corrompido.
Não há imagens mas elas virão, lentamente com o sarar das feridas.

8.22.2005

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Nem uma bem fresquinha arrefece a fúria do fogo. Bem tentei oferecer mas recusou com um gesto rude e feio. Espero que arda no inferno e largue a crosta terreste só para nós, humanos... os que valerem a pena cá estarem, porque os outros bem podem ir fazer uma festa, juntamente com o fogo que arde e se vê, nos confins do inferno com Lucifer e o Diabo como cicerones.
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A força destruidora aproxima-se deste retiro quase paradisiaco da confusão que a cidade instala no interior dos seres que a habitam... que continue apenas proximo, não mais que isso....

8.21.2005

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O PIOR FILME FEITO E VISTO DOS ULTIMOS TEMPOS.

A EVITAR.

Sem mais comentários, nem sequer me digno a dizer a razão da sua mediocridade....

8.20.2005

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Por momentos, disse-me ele, ele que talvez fosse eu, pensei que tinha o mundo aos meus pés.
Desabou e caí em mim.
Nada encontrei num primeiro olhar.


Começo a encontrar os cacos que restaram,
e já montei um novo ser,
um novo silêncio e brancura
prontos a serem novamente penetrados,
pelo ruído e sujidade.
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e com o pé dei cabo do silêncio e restituí a brancura.
as marcas do tempo estão presentes
nas ranhuras deixadas na sola do pé,
como a pele de um velho,
com histórias por contar.

4.24.2005

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4.16.2005

A não perder..... mais um concerto de um grupo de referência dentro da cena musical conotada como neo-classica/militarista... juguslávos/eslovenos...e mais não digo


4.06.2005



"From Bone To Satellite" Tarantel... decorria o ano de 1999

Música para ouvir ao sol, deprimido ou alegre, com ou sem companhia, de noite ou de dia, a estudar ou a vegetar de papo para o ar, a trabalhar (para quem pode).... uma surpresa bem escondida....

3.28.2005

É esta a marca que deixo no mundo...

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... dependendo da sapatilha que calço...

...será que por isso deixa de ser minha? a marca deixada no mundo...

3.20.2005

“O que está em causa, parece-nos, não é uma “explicação” das pinturas, mas se as ideias intrínsecas transportadas nas armações destes quadros têm significado. Sentimos que as nossas pinturas demonstram as nossas crenças estéticas, algumas das quais referimos a seguir:
1. Para nós, a arte é uma aventura num mundo desconhecido, que pode ser explorado apenas por quem quer assumir o risco.
2. Este mundo da imaginação está isento de extravagâncias e opõe-se violentamente ao senso comum.
3. É nossa função como artistas fazer com que o espectador veja o mundo à nossa maneira – não à sua.
4. Defendemos a expressão simples do pensamento complexo. Somos a favor da forma grande, porque assim tem o impacto do inequívoco. Gostaríamos de reafirmar o plano da figura. Somos favoráveis a formas planas porque destroem a ilusão e revelam a verdade.
5. Existe generalizadamente entre os pintores a noção de que não importa o que se pinta, desde que esteja bem pintado. Isto é a essência do academismo. Não existe boa pintura acerca de coisa nenhuma. Afirmamos que o motivo é crucial e que apenas este conteúdo é válido e trágico e intemporal. Por isso, professamos uma afinidade espiritual com a arte primitiva e arcaica.

Consequentemente, se o nosso trabalho incorpora estas crenças, deve insultar quem quer que seja que esteja espiritualmente sintonizado com decoração de interior; quadros para a casa; quadros para colocar sobre a lareira; quadros com cenas americanas; quadros sociais; pureza na arte; chaleiras vencedoras de prémios; a National Academy, a Whitney Academy, a Corn Belt Academy; castanheiros; ninharias, etc.”
Rothko

3.17.2005

Ainda me lembro de responder à pergunta feita pelo meu pai sobre o que é que eu quereria ser grande fosse grande,

"Viver de rendimentos e não ter que trabalhar."

O quanto estava certo numa tão tenra idade...

3.15.2005

“O papel do artista, evidentemente, sempre foi o de fazedor de imagens. Tempos diferentes exigem imagens diferentes. Hoje em dia, quando as nossas aspirações foram reduzidas a tentativas desesperadas de escapar da maldade e os tempos se deslocaram, as nossas imagens, obsessivas, subterrâneas e pictográficas, são a expressão da neurose que é a nossa realidade.” Adolph Gottlieb, 1947, in Rothko, Taschen
“Estamos a reafirmar o desejo natural do homem pelo sublime, pela preocupação do nosso relacionamento com as emoções absolutas. Não precisamos dos apoios obsoletos de uma lenda fora de moda e antiquada. Estamos a criar imagens cuja realidade é evidente por si, e que é desprovida de apoios e muletas que evocam associações com imagens antiquadas, e que são não só sublimes como são belas. Estamos a libertar-nos de impedimentos da memória, associação, nostalgia, lenda mito, seja o que for que tenham sido os instrumentos da pintura da Europa Ocidental. Em vez de fazermos catedrais a partir de Cristo, do homem ou da “vida”, estamos a fazê-lo a partir de nós, dos nossos próprios sentimentos. A imagem que produzimos é a evidência da revelação, real e concreta, que pode ser entendida por quem quer que olhe para ela sem os nostálgicos óculos da história.” Barnett Newman, 1948 in Rothko, Taschen

2.24.2005

Lançamento de “O Ciclo das Sedas”, livro de Poesia de Cristina Néry, dia 25/02/2005 (sexta-feira) no Bar D. Dinis, Coimbra, pelas 21h30.
Apresentação pela Professora Graça Capinha da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e leitura pela Oficina de Poesia da Faculdade de Letras da Universidade Coimbra.

2.22.2005

NARRAÇÃO DE UMA VIDA JÁ EXTINTA




.... a do meu avô....parte dela...

2.21.2005

No dia a seguir ao PS ter obtido pela primeira vez na sua história uma maioria absoluta no parlamento, nuvens cinzentas se abatem sobre Lisboa. Será prenúncio de mau presságio?


Veremos….

...O tempo tem sempre razão, nem que seja no dominio da sua inevitabilidade.