6.28.2006
6.04.2006
Pode muito bem ser a descrição da noite de ontem.... duas da manhã e não havia mais nenhuma saída, tinha mesmo que ser por alí... e assim foi, curta a noite e poucas memórias restaram, pelo menos na minha mente porque em termos colectivos foi uma grande falha, da minha parte...
by Me
(em memória a Anthony Clown, "Os Segundos Nomes", palhaçada à Liminha e muito uísque à mistura, o maldito uísque... que venha mais um então)
by Me(em memória a Anthony Clown, "Os Segundos Nomes", palhaçada à Liminha e muito uísque à mistura, o maldito uísque... que venha mais um então)
11.09.2005
Depois de uma primeira experiência estranha com "Audição" de Takeshi Miike....

Uma segunda experiência igualmente estranha com um segundo filme do mesmo realizador japonês, "Visitor Q".
Uma família disfuncional, em que o pai filma a filha na prostituição e paga-lhe para ter relações sexuais, a mulher é heroínomana, o filho mais novo bate na mãe. Até aqui tudo bem, até que aparece um estranho visitante que vai reunir a família, tornando-a psicopata mas alegre...
Quem é que diz que matar não une?
e
Quem é que quer a visita do tal Sr. Q?

Uma segunda experiência igualmente estranha com um segundo filme do mesmo realizador japonês, "Visitor Q".
Uma família disfuncional, em que o pai filma a filha na prostituição e paga-lhe para ter relações sexuais, a mulher é heroínomana, o filho mais novo bate na mãe. Até aqui tudo bem, até que aparece um estranho visitante que vai reunir a família, tornando-a psicopata mas alegre...
Quem é que diz que matar não une?
e
Quem é que quer a visita do tal Sr. Q?
11.07.2005
Primeira estreia,
Primeiro golo,
(da equipa também),
Primeira divisão,
Primeira derrota e desilusão,
primeiras marcas de guerra,
(será desta que me torno um homem, será este o ritual certo?),
primeiro rasgão no peito...
by Me
Ardeu,
Doeu,
Não foi falta,
Mas era,
A culpa era do árbitro
(ou do treinador)
Como sempre.
Ficaram as marcas,
Escritas a a sangue pisado.
Primeiro golo,
(da equipa também),
Primeira divisão,
Primeira derrota e desilusão,
primeiras marcas de guerra,
(será desta que me torno um homem, será este o ritual certo?),
primeiro rasgão no peito...
by MeArdeu,
Doeu,
Não foi falta,
Mas era,
A culpa era do árbitro
(ou do treinador)
Como sempre.
Ficaram as marcas,
Escritas a a sangue pisado.
10.29.2005
Sinal da paz na lapela,
No capacete:“Born to Kill”,
Incongruente?
Sim, o homem.
Stanley Kubrik
Critica a morte de mulheres e crianças,
Mas também mata mulheres,
Como se abatem cavalos em sofrimento.
Chorasse os mortos,
Inicialmente, depois passa a rotina.
Já não há nada para chorar,
Nem a perda da consciência,
Nem a loucura que nasce.
“This is my Riffle,
There are many like it,
But this one is mine.
…
Without my riffle I’m useless”
Gritam a plenos pulmões,
Sem convicção, então,
Para a descobrir no terreno.
As armas não existem,
Nem os perigos,
Apenas os homens incongruentes,
(in)Felizes por estarem vivos,
Pensam eles,
Mortos à nascença,
Contraditórios por natureza,
Loucos sem o saberem,
Loucos por enlouquecerem os outros,
Sem o saberem,
Com a sua incongruência e inocência que só o homem pode possuir,
E a sua loucura,
[única solução de um homem saudável].
No capacete:“Born to Kill”,
Incongruente?
Sim, o homem.
Stanley KubrikCritica a morte de mulheres e crianças,
Mas também mata mulheres,
Como se abatem cavalos em sofrimento.
Chorasse os mortos,
Inicialmente, depois passa a rotina.
Já não há nada para chorar,
Nem a perda da consciência,
Nem a loucura que nasce.
“This is my Riffle,
There are many like it,
But this one is mine.
…
Without my riffle I’m useless”
Gritam a plenos pulmões,
Sem convicção, então,
Para a descobrir no terreno.
As armas não existem,
Nem os perigos,
Apenas os homens incongruentes,
(in)Felizes por estarem vivos,
Pensam eles,
Mortos à nascença,
Contraditórios por natureza,
Loucos sem o saberem,
Loucos por enlouquecerem os outros,
Sem o saberem,
Com a sua incongruência e inocência que só o homem pode possuir,
E a sua loucura,
[única solução de um homem saudável].
10.21.2005
10.19.2005
10.13.2005
10.09.2005
By MeDia de descanso, voto, comprar o jornal e o do dia anterior que não tinha sido adquirido por descuido, por isso dia de leitura, de conversas banais com transeuntes, café fora de casa, tirar as ultimas marcas do verão do alpendre, pois já apanham a chuva que penetra até aos seus ossos, os corrói e os destrói.
Dia de repor escrita esquecida no tempo de pequenos cadernos, feitos para mãos pequenas e canetas minúsculas. A letra, por estranho que pareça, aparece do tamanho normal e com uma caligrafia mais que perfeita. Apanham um pouco de água, que a esborrata mas nada de importante é perdido, ganhasse um pouco de tinta na mão, como recordação.
E o tempo passa ao compasso de uma luz cada vez mais amarelada, tal como os velhos livros esquecidos no sotão de uma também antiga casa. Lá no meio encontrei estas palavras perdidas pelo tempo, já um pouco inclinadas pelo peso da idade, numa língua latina que não a nossa e proveniente de uma mão desconhecida. Restou esta memória ou este objecto de memória, pouco antes de terem alimentado mais um fogo que aquece algumas almas numa gélida noite de inverno, esperando para que o sol de Verão volte.
10.08.2005
10.07.2005
Há quem se feche a sete chaves, dentro de si mesmo, fale consigo mesmo, coloque grades antes de chegar ao seu portão de entrada e veja tudo, o mundo, pelo espaço que separa as barras que o (des)protegem. Lá do alto mira tudo com curiosidade e guarda tudo para si, como relíquias que só para ele foram feitas.
Por outro lado existem aqueles que se encerram do lado de fora e colocam dentro das grades o mundo, frágil, que nos rodeia com a intenção de o preservar e se possível congelar no tempo e perpetuar os “bons velhos” tempos.
By Me
A imagem é igual para os dois lados, basta apenas escolher o lado em que se prefere viver….
Por outro lado existem aqueles que se encerram do lado de fora e colocam dentro das grades o mundo, frágil, que nos rodeia com a intenção de o preservar e se possível congelar no tempo e perpetuar os “bons velhos” tempos.
By MeA imagem é igual para os dois lados, basta apenas escolher o lado em que se prefere viver….
10.06.2005
By MeFoi um acontecimento raro, pelo menos este ano, o das chamas que devoram árvores a um ritmo inumano.
Por isso, só o podia apanhar em flagrante delito, ainda que à distância. Apanhei-o desprevenido e assim o consegui.
Ouve um trausente que me impressinou pela astúcia:
"O que mais impressionou-me nele foi o som por ele provocado. Foi assim que descobri que ele andava por perto. Nunca mais me hei-de esquecer. Juro pela alma da minha mãezinha que está lá em cima no céu."
Eu acreditei, que a mãezinha dele tinha ido para o céu, com muitas reticências desde que li Gil Vicente, e que o som é único, mas isso já não posso confirmar ou garantir até porque as películas fotográficas ainda não têm a capacidade de captar o som e a imagem ao mesmo tempo.
10.04.2005
Três grandes perolas da música contemporânea que tenho escutado com alguma regularidade:
"Oh, Inverted World" The Shins 2001

"Chutes Too Narrow" The Shins 2003

" Songs for Sick Days" Homescience (ano ??)

Fazem-me lembrar as primeiras vezes que escutei Belle & Sebastien, os seus três primeiros albuns e ep's....e um pouco de Red House Painters, estes um pouco melancólicos e bucólicos em demasia.
Para iluminar um pouco este outubro solarengo, talvez num último esforço para nos oferecer um pouco mais de Verão e introduzir-nos no outono que se avizinha cheio de vento, frio, alguma chuva e com muitas folhas castanhas espalhadas pelas ruas das nossas cidades....
"Oh, Inverted World" The Shins 2001

"Chutes Too Narrow" The Shins 2003

" Songs for Sick Days" Homescience (ano ??)

Fazem-me lembrar as primeiras vezes que escutei Belle & Sebastien, os seus três primeiros albuns e ep's....e um pouco de Red House Painters, estes um pouco melancólicos e bucólicos em demasia.
Para iluminar um pouco este outubro solarengo, talvez num último esforço para nos oferecer um pouco mais de Verão e introduzir-nos no outono que se avizinha cheio de vento, frio, alguma chuva e com muitas folhas castanhas espalhadas pelas ruas das nossas cidades....
Ele que vai estar amanhã no CCB, a não perder, para quem estiver por essas bandas...ele que já não é o mesmo que fez o mágnifico:
decorria o ano de 1982....
Se calhar o albúm apropriado para a situação social em que Portugal vive, quiça o que necessitamos é de uma nova sociedade, passemos todos a escutar este albúm e talvez nesse dia tenhamos uma renovada e "boa" nova sociedade portuguesa....HE HE HE HE HE!
(Era uma bela utopia. Que se viva repleto de utopias e que essas utopias embelezem o que nos rodeia....)
decorria o ano de 1982....Se calhar o albúm apropriado para a situação social em que Portugal vive, quiça o que necessitamos é de uma nova sociedade, passemos todos a escutar este albúm e talvez nesse dia tenhamos uma renovada e "boa" nova sociedade portuguesa....HE HE HE HE HE!
(Era uma bela utopia. Que se viva repleto de utopias e que essas utopias embelezem o que nos rodeia....)
10.01.2005
TUVALU, filme alemão de 1999.
"Uma fantástica viagem ao mundo dos sonhos. Um filme estranho surreal, original, de uma beleza hipnótica."



Concordo com a descrição do filme, estranho, onírico, idílico que transporta o espectador para um mundo de sonho a sépia, onde tudo é possível e no fim as estórias acabam como nós queremos.
Este filme transporta-me para outros dois filmes, "Delicatessen" de 1991 e "Luna Papa" de 1999, este último com a curiosidade de ter a mesma actriz que participa em Tuvalu, Chulpan Khamatova, ela que tem participa no mais conhecido "Good Bye Lenin!"
"Uma fantástica viagem ao mundo dos sonhos. Um filme estranho surreal, original, de uma beleza hipnótica."



Concordo com a descrição do filme, estranho, onírico, idílico que transporta o espectador para um mundo de sonho a sépia, onde tudo é possível e no fim as estórias acabam como nós queremos.
Este filme transporta-me para outros dois filmes, "Delicatessen" de 1991 e "Luna Papa" de 1999, este último com a curiosidade de ter a mesma actriz que participa em Tuvalu, Chulpan Khamatova, ela que tem participa no mais conhecido "Good Bye Lenin!"
9.28.2005

"A Choir os empty beds", o segundo album do senhor B. Fleischmann, um album repleto de electrónica, melodias e algum jazz, escondido. O album faz companhia aos sonhos e pinta-os a cor.
Depois fez o excelente:

que é um duplo cd, um dos quais com apenas uma música de nome mais que apropriado:
"Take your time" e é uma viagem psicadélica, acolhedora e minimalista sem ser monótona.....
para quem tem tempo e ainda o usa para apreender coisas novas, a escutar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








By Me
By Me
By Me